Assoreamento do Lago Paranoá entra em debate na Câmara Legislativa

A deputada Liliane Roriz (PRTB) decidiu liderar um movimento dentro da Câmara Legislativa para defender a preservação do Lago Paranoá. Segundo a parlamentar, o assoreamento do lago e a falta de políticas públicas para combater o problema têm preocupado bastante os brasilienses, principalmente os moradores dos lagos Sul e Norte. Uma das primeiras ações é reunir a Universidade de Brasília (UnB), a Agência Reguladora de Águas (Adasa), a Caesb e o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) para discutir o tema nos próximos dias e encontrar soluções viáveis para reverter o quadro atual.
O assoreamento é o depósito de sedimentos ao fundo do lago. Com o acúmulo exagerado desse material, há perda no volume de água e ainda acúmulo de matéria orgânica, o que pode resultar no desaparecimento do Paranoá. “Além das questões ambientais, que são essenciais, há ainda a preocupação com a segurança, uma vez que onde antes era lago nas áreas das QL 2, 4 e 6,  restos de lixo e em alguns pontos é possível atravessar a pé”, afirma a distrital.
De acordo com o Instituto Brasília Ambiental, a estimativa é de que o Lago Paranoá tenha perdido, desde a inauguração de Brasília, uma área de aproximadamente 230 campos de futebol. Para se ter ideia, somente no ano passado, durante um evento de conscientização ambiental, foram retirados 300 quilos de lixo somente nas proximidades da Ponte JK. O recolhimento foi resultado do trabalho de 75 mergulhadores, entre profissionais e amadores.

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