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TITULO DA CAMPANHA

As carpideiras dos “Rorrudas”

Postado por Simone de Moraes

26/06/2011 17:03


Crédito:

Depois de seis meses de luto e compunção, as viúvas carpideiras dos “Rorrudas”  (mistura de Roriz com Arruda) saem das sombras, e se organizam em bando para reclamar por espaços no poder.  Em cenas que dá pena e dó, é possível vê-las nos espaços democráticos das redes, com discursos inflamados e uníssonos, pedindo moralidade.

Acostumados ao “toma lá dá cá” de repente se viram numa situação lamentável de penúria.  Suas bolsinhas sempre recheadas de moedas da bajulação, agora vazias, não pagam mais seus cafezinhos. Muitos agora posam de baluartes da liberdade de impressão e suposição, para a cada dia, criarem novos factoides, alguns com o realismo fantástico de dar inveja a Gabriel Garcia Marques.

Os groupies do “rorrudismo” se valem dos factoides que eles mesmos criam em suas brochuras cibernéticas, para pedir ações constitucionais, quando eles mesmos nunca respeitaram e nem respeitam, minimamente as leis. Esqueceram rapidamente que foram cúmplices e comparsas, do maior escândalo politico do país, quiçá do mundo, patrocinado pela Durval Filmes.

Não se sabe o que eles defendem exatamente, a não ser os seus interesses que foram defenestrados pela voz do povo cansado, de tanto fisiologismo e roubalheira. Mas a pressa que eles demonstram para descontruir a vontade popular é tamanha, que eles, vão ao fundo das masmorras fedidas, para dar consistência aos seus factoides, esperando aprofundar suas reivindicações surrealistas.

Tenham medo e fiquem longe. Os brasilienses viveram momentos de extrema vergonha em 2010, patrocinado exatamente pelos “rorrudistas” e precisam se recuperar do golpe que receberam como presente de aniversário nos seus 50 anos. Urge aos cidadãos de boa fé, a organização de uma cruzada contra esses golpistas. Que esperam nada mais nada menos, momentos de passividade e complacência do povo de Brasília, para roer até o último pedaço, a sua esperança e a sua fé em um novo tempo, um novo caminho.

E cabe só a nós, mantê-la de pé!

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