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Presidente da CUT diz “vamos às ruas com armas na mão” se tentarem derrubar Dilma (vídeo)

Postado por Simone de Moraes

13/08/2015 17:38


Crédito: Reprodu

Durante o evento "Diálogo com Movimentos Sociais nesta quinta-feira (13) no Palácio do Planalto, o presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Vagner Freitas, defendeu a presidente Dilma Rousseff (PT) dizendo que sabia o quanto ela sofria pressões por ser seu governo um governo de coligação, mas que os movimentos sociais tiverem importância decisiva na sua eleição e que por isso também querem fazer parte do governo apresentando suas propostas."Nós também queremos fazer uma Agenda Brasil”, se referindo a proposta apresentada pelo senador Renan Calheiros (PMDB-AL), chamada de "Agenda Brasil", 

Freitas afirmou ainda que não vai ter golpe, “e se preciso for vamos para as trincheiras com armas nas mãos para defender esse governo". E continuou “qualquer tentativa de atentado à democracia, à senhora, ou ao presidente Lula nós seremos um exército".

Freitas, como os outros que o antecederam, fez duras críticas ao ajuste fiscal e ao mercado financeiro. "O mercado nunca deu e nunca dará sustentação ao seu governo. O povo dá sustentação ao seu governo", disse. "Queremos também que governe com a pauta que ganhamos na eleição passada e não com recessão", concluiu.

Justificando

O presidente da CUT, Vagner Freitas, acaba de colocar em seu Twitter a justificativa a sua frase sobre "armas na mão":  "Pessoal, quando em armas me referia as armas da classe trabalhadora: mobilização, ocupação das ruas e greve geral. São as armas da democracia, que é a luta por direitos, a mobilização organizada, democrática, com respeito às diferenças. São as armas que usadas: as armas da classe trabalhadora. Pegar nas armas é uma figura de linguagem que usamos em nas assembleias. São as armas da democracia que sempre usamos. Greve geral é uma delas", disse.

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