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Governo do DF monitora uso de máscara pela população

Postado por Simone de Moraes

2/06/2020 17:22


Crédito: Paulo Carvalho

Um comboio formado por 10 carros do GDF circulou na manhã desta terça-feira (2) por quatro regiões administrativas do Distrito Federal. O objetivo da comitiva técnica foi o de checar o cumprimento das medidas impostas pelo governador Ibaneis Rocha por parte da população, após a publicações dos decretos. Entre elas o uso obrigatório de máscaras e a não aglomeração de pessoas nas ruas e nos comércios que foram autorizados a abrir.

O cortejo oficial, que teve saída em Ceilândia, passou por Samambaia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Estrutural, lugares que estão entre os mais críticos quanto à ocorrência de casos do coronavírus. Durante o trajeto, máscaras foram distribuídas de graça para quem não estava usando. O gesto foi realizado sem que ninguém da equipe do governo descesse dos carros.

O objetivo da ação é o de desenhar soluções estratégicas para evitar o aumento da contaminação da Covid-19, que já matou mais de 170 pessoas no Distrito Federal. Participaram da carreata o secretário de Governo, José Humberto, que liderou o comboio, junto com o médico infectologista e chefe da Subsecretaria de Vigilância à Saúde da secretaria de Saúde, Eduardo Hage; o presidente da Codeplan, Jean Lima; e representantes da Segurança Pública, Desenvolvimento Social e DF Legal. Os administradores de cada uma das cidades visitadas também participaram do tour emergencial.

“É uma iniciativa muito válida porque reuniu as áreas do governo mais ligada aos temas, que foram aos locais entender a dinâmica de cada cidade”, observou o secretário de Governo, José Humberto. “Cada lugar visitado tem suas particularidades e peculiaridades que precisam ser levadas em contas na hora de ver quais são as políticas que serão tomadas nessa questão do Covid, evitando o pior”, disse.

Reunião virtual

Ainda na tarde desta terça-feira (2) o grupo participa de uma reunião virtual para ver quais medidas serão tomadas. Algumas delas já estão esboçadas, como o uso regular do carro de som alertando a população nos próximos dias. Outra é a distribuição mais efetiva de máscaras nos lugares mais críticos e para pessoas mais carentes. O cenário em cada uma das regiões visitadas se mostrou diferente.

Em Samambaia, por exemplo, o cumprimento das regras é maior. Em Ceilândia, há uma situação intermediária, com a parte da cidade mais urbanizada atenta às medidas, enquanto que nos lugares com casas menores, a população se mostra mais despreocupada com a gravidade do tema. O caso mais crítico foi encontrado na Estrutural. “Por vários fatores que precisam ser avaliados, o cenário é variado”, constatou o chefe da Subsecretaria de Vigilância à Saúde da secretaria de Saúde, Eduardo Hage. “Tem lugares que têm um cumprimento maior e onde os espaços são menores, com pessoas aglomeradas em lugares pequenos”, observou o médico infectologista.

Mas, em todos os casos, a opinião é unânime. O uso da máscara, desrespeitada em muitos lugares, tem que ser de forma geral e correta. Sobretudo porque grande parte das pessoas usam o acessório que virou o símbolo dessa crise sanitária, de forma errada. Ou penduradas no pescoço ou carregando nas mãos. “O uso de máscara é muito diverso ainda. Por isso que é preciso ter uma ação maior, com carro de som passando pelas ruas, para intensificar o uso delas”, defendeu Eduardo Hage. “O governador Ibaneis tem sido pioneiro e muito efetivo na definição de suas políticas no sentido de proteger e conscientizar o cidadão, mas a população também tem que colaborar fazendo sua parte”, convocou o secretário de Governo, José Humberto.

 

Agência Brasília

 

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