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Celina Leão não consegue autorização do STJ para voltar a presidir a Câmara

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9/09/2016 0:03


Crédito: Reprodução

A deputada Celina Leão (PPS), presidente afastada da Câmara Legislativa do Distrito Federal, não conseguiu junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), acesso aos argumentos do Ministério Público que pediu o seu afastamento e de toda Mesa Diretora da CLDF, durante a Operação Drácon.

A medida cautelar foi tomada pelo vice-presidente do Tribunal Justiça do DF, Humberto Ulhoa, e a decisão no STJ é do ministro Antônio Saldanha Palheiro, da 6ª Turma, que negou liminar em Habeas Corpus, impetrado pelo advogado da deputada, Eduardo Toledo.

Com essa decisão o STF inviabiliza a volta da distrital à presidência da Casa.

O objetivo da Operação Drácon, comandada pelo Tribunal de Justiça do DF e Territórios,  busca provas dos crimes de corrupção ativa, passiva ou concussão envolvendo os distritais e servidores. Eles foram afastados, mas mantêm o exercício das funções de deputado distrital.

A carreira política de Celina fica totalmente comprometida com esse escândalo. Eleita com 14 mil votos, a distrital amarga agora, além da impopularidade, a pecha de “corrupta” atribuída a ela pela população do DF, traumatizada com os escândalos políticos da Operação Caixa de Pandora deflagrada em 27 de novembro de 2009 na CLDF.

Justiça afasta Celina Leão e toda Mesa Diretora da Câmara Legislativa do DF