Funaro ofereceu “delação conjunta” disse defesa de Cunha

Eduardo Cunha rebateu as afirmações de Funaro e negou participar do esquema de corrupção para desviar os recursos do banco público. “Minha família foi procurada por intermediários do advogado dele. O intermediário me procurou e queria que eu fizesse um acordo de delação premiada em conjunto. Fui procurado lá no Paraná”, afirmou Cunha. O ex-deputado também disse que “o intermediário lhe pediu para receber o advogado de Lúcio Funaro”, mas ele teria recusado.

Amigo de Cunha, Ronaldo Fonseca ganha mais tempo na CCJ para entregar parecer

O relator do caso de Eduardo Cunha na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), amigo pessoal do deputado e membro da mesma igreja, tinha até a próxima sexta-feira (1º) para emitir o parecer na defesa que o peemedebista entregou como recurso ao colegiado, em que elenca 16 argumentos que justificam a anulação total ou parcial do processo. Porém, desde ontem (28), Fonseca a mando de Cunha alega que precisa de mais tempo, “pois o recurso é muito longo”. Após encontro com o relator, o presidente da CCJ, Osmar Serraglio, autorizou que o documento seja apresentado na segunda-feira (4) e terça-feira (5).

EBC: A vingança de Cunha

Está cada dia mais difícil para o presidente temporário e interino, Michel Temer, provar que é ele que manda no seu governo. Quem o conhece, inclusive já o viu enviando

Troca-troca de titulares na CCJ é manobra de aliados para salvar Cunha

Com a abertura da Ordem do Dia no plenário da Câmara, foi adiada mais uma vez a decisão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) sobre o relatório do deputado Arthur Lira (PP-AL), em resposta à consulta sobre o rito de cassação de parlamentares no Plenário da Casa. Criticada pelos adversários de Cunha, que apostam na rejeição da proposta, a consulta motivou, segundo o grupo que defende a cassação do mandato do peemedebista, trocas repentinas na composição da comissão.

Veja o que seu dinheiro contribuinte, vai pagar para um réu da Justiça

A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados editou no início da noite de hoje (13) o ato definindo os direitos que o presidente afastado da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), terá durante o seu afastamento. Cunha disporá de benefícios similares aos que a presidenta Dilma Rousseff terá durante o seu afastamento do Planalto.

Cunha quer os mesmos direitos e privilégios de Dilma, caso ela seja afastada

Os apaniguados do deputado Eduardo Cunha na Câmara Federal, estão preocupados com os privilégios que o deputado afastado pode perder, e preparam ações para garantir as suas regalias no período de afastamento. A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados marcou para a próxima segunda-feira (9) reunião para determinar quais direitos o presidente afastado da Casa deverá ter durante o período do seu banimento.

Feliciano recolhe assinaturas, e Cunha cria CPI para investigar a UNE

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), mal consegue disfarçar seus objetivos “persecutórios” e utiliza de seus comandados para alcançar seus objetivos. Nesta quarta-feira (4) ele anunciou a criação de uma CPI na Casa, com objetivo de investigar a UNE (União Nacional dos Estudantes).

Com manobras dos aliados, processo de cassação de Cunha “zera”

O presidente do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, deputado José Carlos Araújo (PSD-BA), apresentou hoje (3) uma questão de ordem contra a decisão do vice-presidente da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), que praticamente determinou o reinício do processo de cassação do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).Maranhão acatou recurso do deputado Carlos Marun (PMDB-MS), questionando a decisão de Araújo que indeferiu um pedido do peemedebista no conselho durante a troca da relatoria do processo, para que o parecer do novo relator fosse novamente discutido e concedido prazo de vista.

Primavera feminista: começa o levante contra Cunha

O ataque de Cunha e da Frente Parlamentar Evangélica contra mulheres e grupos não-brancos e não-héteros faz parte de um plano estratégico de poder do fundamentalismo religioso, que vai da eleição de vereadores à ocupação dos cargos mais altos do governo, quiçá a Presidência da