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Considerado o pior governo desde FHC, Temer completa 2 anos de ilegitimidade

Postado por Simone de Moraes

12/05/2018 14:52



Desde da “era” sinistra de Fernando Henrique Cardoso, que ficou conhecida na história recente do país como o período “entreguista”, que não se via um tão governo desastrado como o do presidente ilegitimo Michel Temer. Ao completar dois anos de governo neste sábado (12), o ex-vice-presidente, que roubou 55 milhões de votos e o cargo da presidente legitima Dilma Rousseff, Temer usou o Twitter para auto-promover sua gestão. Ele disse que assumiu o cargo com a missão de “retirar o país da sua mais grave recessão, estancar o desemprego, recuperar a responsabilidade fiscal e manter os programas sociais”.

Agora, julguem! Sem nenhuma credibilidade o infeliz presidente apontou que sua gestão reverteu a recessão de quase 4% ao ano e agora deverá crescer mais de 2%. Sem mencionar que sem consumo a recessão baixa, como provam os especialistas e diz que: “A recessão que dizimava mais de 150 mil empregos/mês acabou. O emprego voltou, com cerca de 204 mil vagas com carteira assinada em 2018 e mais de 1,5 mi de postos de trabalho gerados no último ano”, escreveu.

O trabalhador que o diga, já que da janela do Palácio do Planalto, rodeado de puxa-saco, ele não consegue enxergar 14 milhões de desempregados.

E continuou mentindo, apontando a reforma do Ensino Médio e a Base Nacional Comum Curricular como marcos de sua gestão. Segundo ele, são mais 500 mil vagas de ensino em tempo integral.

“O governo está investindo R$ 2 bi na Política de Formação de Professores, beneficiando 190 mil mestres. E com o programa Criança Feliz, estamos cuidando de crianças e gestantes beneficiárias do @bolsafamilia e do Benefício de Prestação Continuada”. Até 23 de março deste ano, 212 mil crianças e 31,5 mil gestantes já tinham sido atendidas, disse.

Posse

Michel Temer assumiu a Presidência da República em 12 de maio de 2016, após um processo de impeachment fraudulento e mentiroso para derrubar a presidente eleita Dilma Rousseff. O afastamento dela do cargo, revelou um golpe parlamentar-jurídico-midiático que perdura até hoje como um mancha de vergonha na democracia brasileira.

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