Câmara em Pauta Dia de combate ao Aedes aegypti terá 18 mil militares em ação no DF
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Dia de combate ao Aedes aegypti terá 18 mil militares em ação no DF

O Dia Nacional de Mobilização para o Combate ao Aedes Aegypti, marcado para amanhã (13), terá a participação de 18 mil militares das Forças Armadas e de 385 agentes da Vigilância Ambiental no Distrito Federal e Entorno. De acordo com o secretário de Saúde do DF, Fábio Gondim, a ação busca visitar as residências e orientar a população no combate ao mosquito. As atividades começam às 8h .

“Neste primeiro momento, haverá a conscientização da população para que, em seguida, possam ser feitas as ações de manejo ambiental com os fumacês passando e com a aplicação de larvicida e inseticida”, explicou. O objetivo é visitar 823 mil residências até o fim de fevereiro.

O tenente-coronel do Exército Alexandre Ribeiro Peixoto, um dos coordenadores da ação no DF, conta que o trabalho será feito em etapas. “A primeira foi realizada dentro dos quartéis para a preparação dos militares, na segunda etapa, que acontece neste sábado, será o dia nacional do esclarecimento. Entre os dias 15 e 18 de fevereiro, será realizada uma ação de remoção de focos, e a quarta etapa compreende a presença das Forças Armadas nas escolas para uma campanha educacional de combate.”

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros do DF, Hamilton Santos Esteves Junior, falou sobre a importância de a população receber os militares em casa e destacou a segurança que será oferecida pelos militares na abordagem.

“Serão 1,1 mil bombeiros que trabalharão em prol da prevenção da dengue, da zika e da chikungunya. Solicitamos à população que abram suas residências para que possamos eliminar os focos. Nossos militares estarão uniformizados e com suas identidades funcionais para a segurança da população. Caso tenham dúvidas, esses documentos poderão ser solicitados. Teremos, ainda, o acompanhamento da Polícia Militar”, disse o coronel Hamilton.

Segundo o subsecretário de Vigilância à Saúde do DF, Tyago Coelho, a data foi baseada no pós-carnaval, pois muitas casas ficaram fechadas acumulando focos, e o sábado foi escolhido por ser um dia em que mais famílias são encontradas em casa. Coelho explicou ainda qual será o procedimento, caso haja recusa na entrada dos militares e agentes.

“Temos certeza que a população vai abrir as portas para os nossos agentes neste dia de conscientização nacional. Mas, caso haja recusa, são três instrumentos jurídicos para entrada nas residências: primeiro um alvará judicial, segundo a lei da Infração Sanitária do DF e o terceiro uma medida provisória assinada pela presidente Dilma Rousseff”, disse o subsecretário Tyago Coelho.

 

 

Agência Brasil

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