Responsive Ad Slot

Pelo segunda vez governo diminui salário mínimo que vai para R$ 965

Postado por Simone de Moraes

31/10/2017 10:06


Crédito: Reprodução

Em mensagem modificativa do Projeto de Lei Orçamentário Anual (PLOA) de 2018, o governo diminuiu o valor estimado para o salário mínimo em 2018, saindo dos R$ 969 esperados para R$ 965. A informação foi divulgada na tarde de segunda-feira (30/10) pelo ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. O Brasil esta passando por um momento onde quase tudo tem sofrido reajuste e a inflação também acompanha as famílias do país com aumentos no gás de cozinha, gasolina, diesel, frutas, verduras e cesta básica agora a diminuição do salário mínimo.

Nos parâmetros da equipe econômica, o governo reduziu a projeção da taxa Selic para 2017 e 2018, saindo de 8,25% ao ano para 7,3% ao ano, e de 8% ao ano para 7,25% ao ano, respectivamente. Sendo assim, o governo aposta numa massa salarial nominal maior em 2018. No relatório, a expectativa saiu de 5,7% para 6,1%. Em relação ao crescimento econômico, o Executivo manteve a previsão de expansão em 2%.

O déficit da Previdência Social no regime geral tende a continuar em crescimento em 2018, registrando R$ 192,8 bilhões de rombo no ano. O resultado decorre de um crescimento de 6,5% em relação à previsão de 2017.

Na visão da equipe econômica, a dívida bruta do governo deve chegar a 80% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019 e alcançar 80,7% ao final de 2019.

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, explicou que a redução da estimativa do salário mínimo. “Essa é uma projeção, o governo não está fixando o salário mínimo. O valor do mínimo será definido em janeiro com base nas estimativas de inflação feitas em dezembro. O governo não tem a liberdade de escolher o salário mínimo, deve aplicar a variação do INPC. O governo não pode conceder nem a menos e nem a mais”, argumentou.

Dyogo disse também que, como o mercado de trabalho tem reagido de maneira positiva, a projeção para a alta da massa salarial em 2018 também ficou maior.

 

Com informações do Correio Braziliense