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Filmes vencedores do 21º Troféu Câmara Legislativa

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28/09/2016 14:37


Crédito: Reprodução CLDF

Os melhores filmes da mais tradicional vitrine da produção audiovisual do Distrito Federal foram anunciados na noite desta terça-feira (27), durante a solenidade de encerramento do 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Este ano, 12 filmes da cidade – seis curtas e seis longas – disputaram o 21º Troféu Câmara Legislativa, concorrendo a um total de R$ 200 mil em prêmios.

O longa “Catadores de História”, da diretora Tânia Quaresma, foi escolhido o melhor longa-metragem pelo júri oficial e vai receber R$ 80 mil. O filme mostra histórias de vida e da organização social dos catadores de lixo, ressaltando a importância desses personagens na gestão dos resíduos sólidos. Com músicas de Dimir Viana, André Luiz Oliveira, Renato Matos, Claudio Vinícius e GOG, o documentário também ganhou o Troféu CLDF na categoria “melhor trilha sonora” (R$ 6 mil). O longa também levou o prêmio de “melhor fotografia”, no valor de R$ 6 mil, em reconhecimento ao trabalho de Waldir de Pina.

Aclamado pelo público, o filme “Cora Coralina – Todas as Vidas” foi considerado o melhor longa pelo júri popular (R$ 20 mil). Do veterano Renato Barbieri, o documentário sobre a escritora goiana mescla partes ficcionais, construindo uma narrativa poética nas vozes de grandes atrizes brasileiras, entre elas Zezé Motta, Tereza Seiblitz e Carmila Márdila. “Cora Coralina” ganhou ainda o prêmio de “melhor edição de som” (R$ 6 mil), assinada por Micael Guimarães.

Curtas – Premiado em Gramado, “Rosinha”, de Gui Campos, foi eleito o “melhor curta” da Mostra Brasília pelo júri oficial, recebendo um prêmio no valor de R$ 30 mil. O filme narra uma história de amor envolvendo três personagens idosos, entre eles a que dá nome à produção: Rosinha – interpretada por Maria Alice Vergueiro, que levou o Troféu Câmara Legislativa na categoria “melhor atriz” (R$ 6 mil).

Já o documentário “Das raízes às Pontas”, de Flora Egécia, foi escolhido o “melhor curta” pelo público que acompanhou a mostra. O filme aborda o resgate das raízes negras a partir dos cabelos crespos.

Categoria técnicas – O prêmio de “melhor direção”, no valor de R$ 12 mil, foi entregue ao mestre Vladimir Carvalho, por seu documentário de longa-metragem “Cícero Dias, o compadre de Picasso”;. O filme trata da vida e da obra do pintor pernambucano Cícero Dias (1907-2003), um dos protagonistas do modernismo no Brasil e com fama internacional. O documentarista ganhou ainda o Troféu Câmara Legislativa de “melhor roteiro”.

O primeiro longa do diretor Santiago Dellape, “A repartição do tempo”, também recebeu prêmios em categorias técnicas: melhor ator (Edu Moraes), melhor direção de arte (Andrey Hermuche) e melhor montagem (Marcius Barbieri, Rafael Lobo e Santiago Dellape). O filme narra a história de um chefe de repartição pública que usa uma máquina do tempo para duplicar os funcionários e aumentar a produtividade.

Prêmios em parceria – Os filmes vencedores das categorias “melhor longa-metragem” e “melhor curta-metragem”, escolhidos pelo júri oficial do Troféu CLDF, receberam ainda o Prêmio CiaRIO: no valor de R$ 16 mil em locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria da empresa Moviecenter, e de R$ 8 mil em locação de equipamentos de iluminação, acessórios e aquinaria da empresa Naymar.

O júri oficial que escolheu os vencedores do Troféu Câmara Legislativa foi integrado pela atriz Maria Ceiça, do Rio de Janeiro; pelo professor de cinema Paulo Moraes, de Brasília, e pelo jornalista Marcelo Lyra, de São Paulo.

TROFÉU CÂMARA LEGISLATIVA DO DF

Júri oficial

Melhor longa-metragem (R$ 80 mil): “Catadores de Histórias”, de Tânia Quaresma

Melhor curta-metragem (R$ 30 mil): “Rosinha”, de Gui Campos

Melhor direção (R$ 12 mil): Vladimir Carvalho, por “Cícero Dias”

Melhor ator (R$ 6 mil): Edu Moraes, de “A repartição do tempo”

Melhor atriz (R$ 6 mil): Maria Alice Vergueiro, de “Rosinha”

Melhor roteiro (R$ 6 mil): Vladimir Carvalho, por “Cícero Dias”

Melhor fotografia (R$ 6 mil): Waldir de Pina, de “Catadores de Histórias”

Melhor montagem (R$ 6 mil): Marcius Barbieri, Rafael Lobo e Santiago Dellape, por “A repartição do tempo”

Melhor direção de arte (R$ 6 mil): Andrey Hermuche, de “A repartição do tempo”

Melhor edição de som (R$ 6 mil): Micael Guimarães, de “Cora Coralina – Todas as Vidas”

Melhor trilha sonora (R$ 6 mil): Dimir Viana, André Luiz Oliveira, Renato Matos, Claudio Vinícius e GOG, por “Catadores de Histórias”

Júri Popular:

Melhor longa-metragem (R$ 20 mil): “Cora Coralina – Todas as Vidas”, de Renato Barbieri

Melhor curta-metragem (R$ 10 mil): “Das raízes às Pontas”; de Flora Egécia

Denise Caputo – Coordenadoria de Comunicação Social