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Governo começa o desmonte da Previdência com ajuda de centrais sindicais

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18/05/2016 9:09


Crédito: Reprodução

Ainda bem não chegou,  governo federal  marcou para hoje (18) uma rodada de negociações com as centrais sindicais para discutir mudanças na Previdência Social. O grupo de trabalho criado pelo presidente interino Michel Temer apressadamente, informa que pretende evitar futuros impasses (?),  e que vai contar com um representante do Congresso Nacional.

Segundo informação do governo, o objetivo é apresentar em 30 dias uma proposta de reforma da Previdência. Embora tenha a intenção de ouvir as propostas e buscar um consenso antes de encaminhá-las ao Legislativo, o governo já prevê que pelo menos um dos dois fatores, a idade ou o tempo de contribuição, terá impacto com as mudanças.

Na última segunda-feira (16), Temer recebeu integrantes das principais entidades que representam os trabalhadores, com exceção da maior delas, a Central Única dos Trabalhadores (CUT). Da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), ouviu reclamações sobre a ideia de fixar uma idade mínima para a aposentadoria. Os participantes do encontro disseram que vão tentar sensibilizar as demais centrais para que participem dos debates.

Apesar dos argumentos da equipe econômica do governo, os sindicalistas alegam que antes de pensar em reformar a Previdência, é preciso buscar outras fontes de receitas, e que os trabalhadores não podem, mais uma vez, arcar com o ônus da crise econômica. O grupo de trabalho é composto por dois representantes de cada central sindical e de parlamentares e coordenado pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha.

Também estiveram no encontro a CSB (Central Sindical Brasileira), Antonio Neto, da Nova Central Sindical de Trabalhadores, José Calixto Ramos, e da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Ricardo Patah.

 

 

 

 

Com informações da Ag.Brasil